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Palmilha (Par) 100% de Silicone Absorve até 98% do Impacto Orthopauher



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Características

Palmilha (Par) 100% de Silicone Absorve até 98% do Impacto Orthopauher


Indicação:
Tendinite de Aquiles, eliminação de impacto e pressão, alívio das dores plantares, contusões, entorse e esportistas em geral. Suas ranhuras dissipam a energia gerada pelo impacto, amortecendo e impulsionando o pisar. 

Patologias relacionadas a este produto

  • Atrofia do Coxim Plantar
    O coxim plantar é o amortecedor que temos na sola dos pés entre a pele e os ossos. Com a idade, após 45-50 anos, este coxim tem uma predisposição natural do organismo a se degenerar e diminuir sua função de amortecimento dos choques. A localização mais importante deste coxim é no calcanhar Q e sob as cabeças metatarseanas, na região logo atrás dos dedos ("bola do pé"). Existem várias doenças que podem levar à atrofia deste coxim, como doenças reumáticas, diabetes, outras doenças do tecido colágeno e também seqüela de trauma no pé. Outro fator que pode levar à atrofia é fazer-se infiltração no pé com cortisona e esta infiltração ser realizada no coxim. Durante a marcha normal, um indivíduo joga em torno de 110% do peso corporal no calcanhar e quando corre este percentual pode ser mais do dobro deste peso. Um adulto normal, em torno de 70-80 kg, durante uma caminhada leve, pode descarregar em torno de 3500 g/cm2, variando-se com altura, peso corporal, tamanho do pé. Quando corre, com no mínimo a duplicação destes valores, esta pressão pode subir a 7000-8000 g/cm2. Em um pé com um bom amortecedor na sola (pelo coxim plantar) isto não é problema, mas com os anos isto pode ser fator de dores localizadas na área citada. Por isto que um bom tênis e às vezes palmilhas são muito recomendáveis, bem como evitar-se terrenos muito duros, especialmente nas corridas de distâncias maiores. A preocupação torna-se maior ainda quando o corredor é portador de diabetes, uma vez que com os anos da doença, esta pessoa vai diminuindo gradativamente tanto a vascularização (quantidade de sangue que chega ao pé) quando a sensibilidade. Além do fato do envelhecimento natural do coxim, esta pessoa é predisposta já a atrofia-lo. Uma pessoa com diabetes, com um coxim deficiente, com valores de pressão próximos de 10000 g/cm2, tem uma grande chance de abrir úlcera na sola do pé (sendo o local mais comum debaixo das cabeças dos metatarsos, ou na bola do pé e também no calcanhar). Além desta alteração da sensibilidade, ocorre uma alteração do formato dos dedos pela neuropatia motora com atrofia de alguns músculos que estabilizam as articulações dos dedos e a formação de dedos em garra, martelo, que predispõem formação de calos no dorso dos dedos e pelo atrito dos calçados também pode haver problema de ulcerações. Existe um exame que avalia qual o valor de pressão que a pessoa joga na sola do pé, em cada ponto, durante o apoio, que se chama BAROPODOMETRIA COMPUTADORIZADA e que é realizado nos grandes centros de ortopedia dos pés no Brasil (há este aparelho em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Santa Maria-RS, Porto Alegre). Portanto, cuidar do amortecedor dos pés é tão ou mais importante do que do amortecedor do carro (que com problemas pode levar a acidentes graves nas curvas).
  • Contusões
    As contusões são traumas sofridos por parte mole (músculo, ligamentos, tendões) que não chegam a provocar fraturas. Geralmente são causadas pela prática esportiva. As lesões causam dor intensa, perda de sensibilidade, edema, incapacidade de suportar a descarga de peso e precisam de atenção médica. Casos mais simples podem receber apenas tratamento caseiro. O método REGECE acelera a resolução do quadro, e consiste de Repouso, Gelo, Compressão e Elevação do membro afetado o mais rápido possível, por ao menos 48 horas após a lesão. Ao persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado. O uso de palmilhas e demais produtos para absorção de impacto também são indicados, pois resultam na eliminação da pressão em todo sistema ósteo-articular.
  • Fratura de Estresse
    Este tipo de fratura é bastante comum em atletas, e ocorre quando o indivíduo submete seu osso normal à cargas anormais. O osso saudável sofre quando forças de tensão, compressão ou rotação são aplicadas constantemente sobre ele. Este quadro se inicia com pequenas fissuras nas regiões que estão sofrendo maiores tensões, que não chegam nem mesmo a ser visíveis ao Raio-X. Persistir com as atividades faz com que estas fissuras vão avançando até culminarem com a fratura de estresse. Essa lesão normalmente é descoberta antes da existência de uma fratura real, pois a dor da microfratura é um sinal importante a ser respeitado e faz com que a pessoa diminua sua carga de esforços. O planejamento adequado das atividades físicas, o uso do calçados adequados, órteses e palmilhas de silicone de absorção impacto trarão melhora do quadro e devem ser acompanhado pelo fisioterapeuta e educador físico.
  • Luxações e Fraturas
    Dentre os diagnósticos mais comuns temos as fraturas do tálus, do calcâneo, dos metatarsianos, das falanges, dos sesamóides, fraturas-luxações de Lisfranc e do tálus, luxações tibiotalares e subtalares. São causadas por trauma e podem resultar posteriormente em complicações dolorosas como esporões, síndromes nervosas, artrose ou desvios do calcanhar. Todas as alterações estão relacionadas ao desarranjo da arquitetura do pé. É importante que este indivíduo busque a diminuição do impacto sob o pé afetado, fazendo uso de calçados confortáveis ou palmilhas de silicone anti-impacto e somente retornando às atividades físicas mais intensas quando permitido pelo médico.

 

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